A Mulher-Fantasma fez um ruído, algo entre um soluço e um grunhido. "Gostaria de nunca ter nascido", disse. "Para que nascemos?" "Para a infinita felicidade", replicou o Espírito. "Você pode entrar nela a qualquer momento..." Do livro O Grande Abismo de C. S. Lewis
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quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Incoerências...
Acabo de ler um artigo excelente a respeito do aborto. Recomendo a qualquer um que esteja interessado no assunto: http://pedrosette.com/2012/04/maternidade-opcional-x-paternidade-obrigatoria/
Concordo com o autor. Já há muito tempo que considero o aborto como uma atitude deplorável (egoísta, cruel, irresponsável, por demais extrema, etc, etc, etc.), mas nunca tinha percebido que defender o aborto também pode ser incoerente.
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sábado, 28 de agosto de 2010
Edir Macedo e o aborto
Descobri através de um artigo do Reinaldo Azevedo (aqui) que o Edir Macedo finalmente assume sua posição pró-aborto. Eu digo 'finalmente', pois nunca tive dúvidas que esta seria a posição do Edir Macedo sobre o assunto, visto que sua emissora sempre se mostrou favorável ao aborto. O que mudou é que agora o próprio Macedo resolveu tratar abertamente sobre o assunto. Vejam o vídeo abaixo:
Logo no começo do vídeo vemos a primeira pérola:
Adoro falar sobre o aborto (...) não é para contrariar a Igreja Católica, mas pra ajudar as pessoas, para levar as pessoas para uma vida de melhor qualidade. Menos violência, menos morte, menos mortalidade infantil, menos doenças, enfim, menos todo o mal que temos visto em nossa sociedade.
Vejam só, ele só quer "ajudar as pessoas". Que bom coração desse homem! Ele defende o aborto porque isso é uma forma de combater a mortalidade infantil!
Ora essa. Se fossemos seguir a lógica do homem, daria para propor que se acabe com humanidade, e assim evitar a morte.
Imagino que o que ele tentou dizer com este trecho é que a legalização do aborto resultaria em uma sociedade melhor no futuro. Discordo completamente dele. Primeiro que esta estória de que a legalização do aborto pode tornar uma sociedade menos violenta é carente de base (sobre esse assunto, ver o artigo do Reinaldo de Azevedo que indiquei na primeira linha deste post). E mesmo que esta ideia fosse verdadeira, acho que não é cabível argumentar nesse sentido, pois eu estaria a defender a morte de um inocente em troca de uma vida melhor no futuro. Isso é, no mínimo, egoísmo.
Mas vou parar por aqui. Comentar apenas este trecho já me causou náuseas suficientes por hoje.
Sobre o assunto, recomendo a leitura do seguinte texto do Olavo de Carvalho, que em minha opinião acabou com todo argumento pró-aborto que possa existir: Desejo de matar.
Logo no começo do vídeo vemos a primeira pérola:
Adoro falar sobre o aborto (...) não é para contrariar a Igreja Católica, mas pra ajudar as pessoas, para levar as pessoas para uma vida de melhor qualidade. Menos violência, menos morte, menos mortalidade infantil, menos doenças, enfim, menos todo o mal que temos visto em nossa sociedade.
Vejam só, ele só quer "ajudar as pessoas". Que bom coração desse homem! Ele defende o aborto porque isso é uma forma de combater a mortalidade infantil!
Ora essa. Se fossemos seguir a lógica do homem, daria para propor que se acabe com humanidade, e assim evitar a morte.
Imagino que o que ele tentou dizer com este trecho é que a legalização do aborto resultaria em uma sociedade melhor no futuro. Discordo completamente dele. Primeiro que esta estória de que a legalização do aborto pode tornar uma sociedade menos violenta é carente de base (sobre esse assunto, ver o artigo do Reinaldo de Azevedo que indiquei na primeira linha deste post). E mesmo que esta ideia fosse verdadeira, acho que não é cabível argumentar nesse sentido, pois eu estaria a defender a morte de um inocente em troca de uma vida melhor no futuro. Isso é, no mínimo, egoísmo.
Mas vou parar por aqui. Comentar apenas este trecho já me causou náuseas suficientes por hoje.
Sobre o assunto, recomendo a leitura do seguinte texto do Olavo de Carvalho, que em minha opinião acabou com todo argumento pró-aborto que possa existir: Desejo de matar.
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